Outras Realidades

Relatos de comunicações e informações obtidas do mundo espiritual e de seres de outros planetas sobre o futuro da humanidade e do nosso planeta.

9/10/09

Encontro do dia 15/08/2009, Sábado - Parte II

 

DIA 15/08/2009, SÁBADO

 

NO SÍTIO, APÓS O TREINAMENTO MEDIÚNICO QUANDO TODOS OS MÉDIUNS RECEBERAM SUAS ENTIDADES.

 

Observação: O texto abaixo faz muitas referências a uma reunião mediúnica do dias anterior (14/08/09) onde as entidades fizeram serias observações sobre o comportamento e o trabalho do grupo e a necessidade  de melhorar. Por descuido, grande parte da reunião não foi gravada e resolvemos não incluir.

 

As letras C; D; R; Jm; T eidentificam o Médium. Quando acompanhadas de /E, significa que uma entidade esta falando através do médium. C é o dirigente do Grupo. 

/Tobias – Nome do preto velho

/Tomé – Nome do preto velho

 

Parte 2

 

 

Na continuação do trabalho de desenvolvimento o grupo costuma ascender uma fogueira no gramado e sentar-se ao redor onde passa receber as entidades para um diálogo mais aberto e geral. Normalmente são Pretos Velhos. Nesse dia não recebemos a visita de nossos amigos de outros planetas.

 

 

NA FOGUEIRA. OS PRETOS-VELHOS CHEGARAM MUITO SORIDENTES E CANTANDO O PONTO:

 

 

Que navio é esse que está chegando agora

É o navio negreiro, traz o povo de Angola

 

Que navio é esse que está chegando agora

É o navio negreiro, traz o povo de Angola

 

Veio de longe, de Angola e de Guiné

Trouxe a Macumba, Capoeira e Candomblé

 

Veio de longe, de Angola e de Guiné

Trouxe a Macumba, Capoeira e Candomblé

 

R/Tobias – Velho, ficou bonito teu trabalho, viu? O trabalho que você fez no letrado. Ficou muito bonito.

C – Gostaram do nosso livro. É nosso, é de vocês também.

R/Tobias – Todo mundo já leu o livro de vocês.

C – É? Mas não foi publicado ainda.

R/Tobias – Mas nós já lemos.

D/Tomé – Nós já sabemos tudo.

C – Eu ia esquecendo uma parte final. Quem me soprou no ouvido. Alguém me soprou.

D/Tomé – Se vai dizer todo mundo que sopra no ouvido dele nós não vamos parar nunca! (risos).

R/Tobias – Ninguém soprou. Isso foi tua consciência mesmo que soprou pra você.

C – Agora vai. O nosso amigo ali já está terminando, logo vai para a gráfica. Daqui a um mês já está pronto.

Jm – É. Eu acho que na outra reunião ele já está aqui.

D/Tomé – Que maravilha.

R/Tobias – Muita gente vai ler o teu livro. Muita gente vai ficar pensando: Será que é verdade? Será que não é verdade? Será que isso existe, será que não existe. Muita gente vai vir falar com você. Pra querer saber mais coisas, diretamente de você. Você tem que estar preparado pra isso viu.

C – Eu acredito que dessa vez eu estou preparado. Antes eu não estava, mas agora eu vou conseguir produzir mais. Já tem que começar outro.

R/Tobias – Já.

C – Eu já tenho alguma coisa na cabeça.

R/Tobias – Já sabe por onde começar.

C – Quem foi que me soprou? (risos)

R/Tobias – È isso mesmo. Ninguém sopra. Você já está enxergando com nossos olhos.

C – Ah bom. Que bom.

R/Tobias – O outro vai ser maior que esse.

C – Então vamos ter muita novidade.

R/Tobias – Sim, maior que esse. Daqui por diante, você tem que colocar tudo no papel. Tudo. O que acontece aqui e o que acontece lá nos brancos (Casa de João Pedro).

C – Ah, lá também?

D/Tomé – É, Nego Branco tem que escrever todo o proseado. Todo o proseado tem que escrever.

C – Ah, então vamos ter que levar o gravador.

T – É. Tem que gravar sempre.

– Os atendimentos também?

R/Tobias – Tudo que acontecer. As coisas diferentes que nós vamos ensinar a vocês. Vai ser coisa aqui e vai ser coisa lá.

T– Mas também no dia em que tivermos pacientes ou só no dia que é pra nós?

R/Tobias – Também.

T – Também com os pacientes.

R/Tobias – Porque vão aparecer coisas que vocês têm que aprender.

D/Tomé – Vai ser aprendizado daqueles assim que vão lá, receber, tirar as mazelas, eles também são aprendizado né? Têm muito lá que vão tirar as mazelas do bacurizinho, né? Não tem assim?

T – Tem.

D/Tomé – Ai isso também, tu sabes, tem que escrever tudo.

C – Vamos gravar tudo, então.

R/Tobias – Vai aparecer muitas coisas, muito fortes, diferentes, que vocês não viram ainda, pra aprender a trabalhar. Vocês têm que aprender a fazer coisas, lá na frente né? Então tem que aprender agora aqui, pra vocês puderem fazer aquilo que vai aparecer lá na frente.

D/Tomé – Os preparados que vão aparecer lá no Congar, o Nego Branco tem que começar a escrever. Como são feitos os preparados lá no Congar. Tem que começar a escrever como é feito. Escrever tudo.

T – Até aquelas concentrações, os exercícios.

D/Tomé – É. Tudo tem que escrever porque, Nego Branco, os outros que estão pra vir, eles vão precisar desses escritos.

C – Sim.

T – Ah, já está escrito pra eles aprenderem.

R/Tobias – Isso.

C – Facilita.

D/Tomé – É. Eles vão precisar assim desse escrito. O Nego Branco tem que começar assim a escrever tudo. Isso é dito assim Nego Branco, pros outros também, mas os outros não escrevem Os outros não escrevem.

C – Sim. Na nova Terra, pra habitar a nova Terra tem que saber alguma coisa. Não pode ser tudo como era antes, pois senão não será a nova Terra. Tem que se colocar experiências daqui, alternativas.

R/Tobias – Vão aprender como?

D/Tomé – Não pode começar sem semente, né?

R/Tobias – Tem que aprender.

C – Sim. Então na verdade nós estamos aprendendo coisas aqui agora, visando o futuro. Estamos nos preparando, também, para quando enfrentarmos as batalhas nós já teremos experiência?

D/Tomé – É

R/Tobias – Sim, velho, o que passou já passou. Você tem que pensar lá na frente. Nós vamos começar a ensinar vocês. Nós estávamos até meio cansados né?

D/Tomé – È, nós estava quase desistindo.

R/Tobias – Mas nós tenta, nós tenta, nós tenta, nós não vamos desistir. È assim, nós vamos ensinar vocês as coisas que vocês vão fazer lá na frente.

D/Tomé – Nós quase fomos pra lá onde tremeu. Nós quase ficamos lá.

T – Tem muito trabalho lá?

D/Tomé – É. E os neguinhos às vezes não acreditam muito.

T – É lá pro lado da China, dos olhinhos puxados?

D/Tomé – É.

R/Tobias – Lá onde morreu muita gente. Muita gente já foi resgatada lá. Viu?

D/Tomé – E aqueles que usam aquela coisa (turbante) também.

T – Ah, os árabes. Lá eles estão sempre largando bomba para um lado, bomba pro outro.

C – Lá eu soube que também tem os chamados Sufis, um pessoal bastante espiritualizado. Parece até contraditório porque no meio de certo fanatismo religioso eles tem essa corrente, essa vertente de pessoas…

D/Tomé – Só que eles não conseguem botar mais longe.

C – Sim, mas deve ter gente muito boa

R/Tobias – Vocês aqui têm um jeito de ver, eles vêem de outro. Mesmo assim, aquele que se explode, você acha que está errado?

C – É difícil responder essa pergunta, pois faz parte da cultura deles e eles usam pra justificar um ideal. E ai como dizer que está errado? Mas do ponto de vista nosso, do meu no caso, acho que está errado.

R/Tobias – Um espírito fez errado? Mas, o sacrifício dele foi pra salvar milhões. Será que ele estava errado? Será que o sacrifício que ele fez em responder na outra encarnação estava tão errado? Se ele salvou tantos com o sacrifício dele?

C – Sei, é difícil aceitar, mas eu estou julgando dentro da nossa cultura.

D/Tomé – É quase a mesma coisa que o Nego Branco está fazendo. Pra assim mandar pros outros neguinhos, pra ver se salva outros neguinhos? Quase a mesma coisa.

R/Tobias – Aqui é diferente. Eles têm mais persistência, mas você tem sempre que pensar. Será? Até onde o sacrifício de cada um não valeu a pena fazer? Ele errou. Ele vai responder pelo ato dele, mas o ato dele salvou a muitos. Será que o julgamento vai ser duro com ele? Antes de dizer que são tudo louco, tem que parar e pensar. As coisas são diferentes das coisas de nós lá. Nós já ensinamos isso pra vocês.

C – É bem diferente, mas a gente tem que olhar a questão cultural que entra no meio e a conjuntura que estão vivendo neste momento. Lógico que estão sofrendo uma agressão e respondem como podem.

D/Tomé – E lá na cabeça do Nego Branco está assim, na moringa: é falha humana (risos).

R/Tobias – Eles querem brigar por uma coisa que nem é deles. Não é de ninguém. Eles querem brigar por um pedaço desse território, “esse território é meu”.

C – Isso é um absurdo. Querer ser dono do planeta.

R/Tobias – Eles não são donos nem deles.

C – E não vai levar nada disso também, logo mais está do outro lado né? Então fica brigando por um pedacinho de terra em vez de dar as mãos e viver juntos.

R/Tobias – Isso não vai acontecer. Se dar as mãos, isso não vai acontecer…

T – Tão cedo, né?

R/Tobias – Muito, muito, muito lá na frente.

T – Mas e o novo planeta? Não precisa ser assim? Muito lá na frente?

R/Tobias – Muito lá na frente.

C – Porque no livro eu coloco ao menos a esperança de que um dia a humanidade vai se dar as mãos.

D/Tomé – Quem disse que não vai dar?

C – Eu sei, mas não é tão fácil assim.

D/Tomé – É, vai demorar. O Nego Branco agora está conseguindo aprender.

C – Eu sei, muita gente vai se matar ainda e matar antes de chegar lá.

D/Tomé – Imagina os outros, negada, tudo.

C – Mas é bom ter essa esperança, pra mim é muito importante.

D/Tomé – É tem que olhar pra frente.

C – Se a nova Terra fosse igual a que está aqui, pra mim seria uma decepção.

D/Tomé – É. Então não precisava ter outra Terra.

C – É, fica isso ai. Brigam, matam todo mundo, inclusive matam o próprio planeta. Se a gente aumentar a exploração dele, ele não agüenta.

D/Tomé – Já, já está no fim.

C – Matando ele, estamos matando a nós mesmos.

R/Tobias – Vocês receberam o planeta pra cuidar e vocês mesmos destruíram. Pra não chegar no último, o próprio planeta vai destruir vocês.

C – Sim, eu também coloco isso no livro. Nós não vamo9s destruir o planeta. O planeta nos destrói antes.

D/Tomé – Porque ele também tem vida.  Ele também vive.

C – Sim, eu acredito que ele é um espírito. Ele tem vida, tem consciência, é um espírito incorporado nesse planeta. Eu acredito, não sei se isso é real.

R/Tobias – Tudo tem vida. Tudo já tem vida.

D/Tomé – Ele só não bota as coisas pra dentro, mas ele vive.

R/Tobias – Ele chora. Chove, chora. Se machucar, ele chora. A Flor chora. Bicho chora. A Terra chora.

C – É. Vai chegar o momento que ele tem que se limpar de tudo isso que nós fizemos. Causamos toda essa sujeira, todo esse envenenamento. Vai ter que se limpar.

T – Esse aprendizado todo que vocês estão propondo passar pra nós, o objetivo já é essas maiores sacudidas e mudanças que vai dar no planeta? É pra isso?

R/Tobias – Pra preparar vocês. Pra preparar vocês pra vocês se segurar e passar pra mais gente. Vocês não imaginam o que vai vim ainda. Vocês nem imaginam.

C– É. Eu acredito que não.

R/Tobias – Até é bom que não imaginem tanto mesmo.

C – Eu não imagino, pois é uma proporção muito grande. Nós estamos acostumados a raciocinar num pedaço do plano, mas quando se trata de algo maior, de proporções planetárias é lógico que tenhamos uma certa dificuldade, demoramos um pouco pra absorver isso.

D/Tomé – É, porque se olhar assim uma plantação pequena é ruim. Quando tem bastante, olha uma plantação grande, que não acaba e tem que andar até o final, é ruim né?

C – Ainda mais quando entram outros planetas, outros irmãos dentro da história. Até nós botar isso dentro da cabeça e raciocinar em termos globais…

R/Tobias – Mas todos vêm ajudar vocês. Tem coisas ruins também, mas a maioria está andando pra ajudar vocês.

C – Sim,  os nossos irmãos já disseram que até uma federação já fizeram.

D/Tomé – É.

C – Mas eu fiquei contente com uma notícia que vocês nos deram. Que o Planeta Terra, apesar de tudo vai ser um planeta de cura. Achei muito importante.

R/Tobias – De curadores. Esse planeta vai formar curadores do universo.

C – Curadores do Universo. Olha que lindo. Isso é muito lindo. Isso pra mim foi uma grande notícia.

T – Agora isso vai acontecer quando a gente se der as mãos como ele estava dizendo. Isso é uma construção longa ainda. Mas é bonito.

R/Tobias – Quando assim todo mundo descobrir que um está ligado ao outro. Um depende do outro. Ninguém é sozinho. Ninguém é um só. Um depende do outro.

C– É uma rede.

R/Tobias – É uma corrente. Quando todo mundo tiver consciência da importância disso va

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6/10/09

Encontro do dia 15/08/2009, Sábado - Parte 1

 

DIA 15/08/2009, SÁBADO

 

NO SÍTIO, APÓS O TREINAMENTO MEDIÚNICO QUANDO TODOS OS MÉDIUNS RECEBERAM SUAS ENTIDADES.

 

Observação: O texto abaixo faz muitas referências a uma reunião mediúnica do dias anterior (14/08/09) onde as entidades fizeram serias observações sobre o comportamento e o trabalho do grupo e a necessidade  de melhorar. Por descuido, grande parte da reunião não foi gravada e resolvemos não incluir.

 

As letras C; D; R; Jm; T eidentificam o Médium. Quando acompanhadas de /E, significa que uma entidade esta falando através do médium. C é o dirigente do Grupo. 

 

Parte 1

 

D/E - Agora tu sabes o que é comandar. Agora tu sabes o que é ter força pra mandar. O que é ter disciplina e não ter pena de ninguém, isso já foi dito. Dá pra entender? Não é difícil não é?

C – É… Isso pesa um pouco.

D/E - Aprendeu agora o que tu tens que fazer?

C – Eu acredito que sim. O problema é que eu acho que já sabia, mas…

D/E - Mas tinha pena, não tinha?

C – Tinha. Mas eu acho que o pessoal entendeu.

D/E - Mas muitos ficaram chocados. Não esperavam isso. Mas é assim que tem que ser.

C – Tudo bem.

D/E - E muitos vão ficar chocados, mas é assim que tem que ser. E mesmo assim, muitos não vão mudar. Mesmo assim. Muitos não vão mudar. Com tudo isso.

C – Mas, em princípio vou acreditar que sim. Vou trabalhar com esse fator.

D/E - Sempre pensando com o coração? Às vezes não pensas com a razão, não é? E agora, daqui pra frente não da pra pensar só com o coração não. Com a razão, só com a razão.

C – Serão batalhas tão difíceis?

D/E - Muitas, muitas. Muita coisa está pra surgir. Muito difíceis.

C – Vamos ter que estar preparados para isso.

D/E - Ás vezes vai ter vontade de fraquejar. Mas não deves.

T – E isso vai ser pra agora?

D/E - Pra que tu queres saber?

T – Pra gente se preparar mais rápido.

D/E - Pra saber se deve fugir agora ou depois?

C – Não, eu acho que esse aqui está um pouquinho mais preparado, mais tarimbado.

D/E - É, mas ele também vai ter vontade de fraquejar quando a coisa apertar. Essa de mim, a outra do outro também vai ter vontade de fraquejar. Mas nós somos “osso duro”…

C – Velhos guerreiros e guerreiras? Vamos agüentar o tranco sim.

D/E - Mas tem que manter muita força, muita firmeza…

C – É, eu sei, eu acho que também vou ter momentos que vou fraquejar também…

D/E - Eu já te falei, tu vai fraquejar em algumas vezes.

Ci – Mas eu acredito que eu vou conseguir. Tropeço, caio e levanto…

T – Vamos ter que tirar as pedras do caminho para não tropeçar, esse é o negócio.

D/E - E não espera somente coisas boas. Porque não são coisas boas. Muito, muito difíceis. Muito, muito difíceis.

C – Eu tenho o pressentimento que realmente vão acontecer coisas que vão chocar muito o coração.

D/E - Tu tens que ser mais firme nas coisas que tu fala. Tu não és firme nem quando tu falas. Dizer “Eu tenho um pressentimento” não é firmeza. Tu tens que ter firmeza no que tu falas. Até mesmo quando tu duvidar, tu tens que ter firmeza. Tem que deixar esse ar calmo, às vezes a gente tem que ser bem enérgico, bem brabo, pra levar a situação a frente, porque se não todos vão andar pra trás. Até mesmo quando tu duvidar tem que ter firmeza. Mas estava muito bom. Todos vão conseguir isso foi dito. Todos conseguem, sim. É só querer e se empenhar… Deu pra entender?

C – Deu. Deu pra entender.

D/E - Então está dito. Agora têm outros pra chegar.

C – Mas acho que lá na fogueira. Ou aqui?

D/E - Tu vai saber, na hora certa eles vão vir.

C – Agradecemos irmão.

D/E - Já disse, não preciso de agradecimento. Isso que eles fizeram já foi um agradecimento. E quanto mais se empenharem, mais concentração, mais força de vontade, mais agradecimento nós teremos. Não só eu, como os outros todos. Não é?

C – Entendi. Entendi.

D/E - Então está dito.

T – Salve Irmão!

D/E - Salve vocês!

C – Salve!

****************

Continua no próximo Post com a parte 2.

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3/10/09

Encontro de 19/07/09

No sítio em 18/07/2009

 

 

 

Legenda:

As letras C; D; R; J; T eidentificam o Médium. Quando acompanhadas de “/E”, significa que uma entidade esta falando através do médium. “C” é o dirigente do Grupo. 

 

C: Nós estamos aqui à disposição.

J/E: Tenho tido dificuldades. Eu estou treinando esse instrumento, mas está muito difícil. Nosso projeto está ligado, lá no inicio, àquela casa. Todas as diretrizes são emanadas, determinadas e supervisionadas por lá, em parceria com muitos outros seres que aqui vem e ajudam com as suas lições. A Lição de hoje foi coletiva, mas foi individual. Harmonização individual. A coletiva permite fazer o que vocês acharam uma maravilha, no entanto tudo isso vocês já conhecem, mas não sabem colocar em prática. As descidas, as subidas, as oscilações de energias fazem parte da natureza e vocês já foram treinados, capacitados e têm o auxilio de irmãos que fazem essa varredura nas cascas de vocês. O livro que bate na cabeça, sempre, já se plasma automaticamente de tanto que está no pensamento de cada um. No entanto, ainda existem alguns fatores a serem revividos. O Líder que detém as mãos nas rédeas nem sempre consegue puxar a mão para o lado que deve ser direcionado. Nenhuma grande lição precisa ser transmitida. Precisam aprender a confiar, a debater, a construir e a permitir que outros como eu que vem insistindo com o meu instrumento para que se aperfeiçoe para que me permita, possa permitir que outros venham, façam o que deve ser feito e o que deve ser dito. A sua gaiola não é nada mais nada menos do que o objeto que permite ver, idealizar, criar o desejo. Porém suas telas impedem que todo aquele conhecimento ganhar foi (? 04:54). É preciso remover esse obstáculo. É preciso pensar além da imagem. Eu acredito que só o que eu lhes trouxe hoje vai gerar grandes debates entre vocês. Nós continuamos intuindo todos e aquele instrumento, cuja capacidade de identificar as forças precisa fazer um esforço para se integrar, pois é um lado importante para que possamos avançar, continuar nosso trabalho. Eu posso sanar uma dúvida caso ela exista.

C: Que instrumento seria esse?

J/E: O instrumento que me refiro é o que vocês chamam de médium. O que permite, o que nos dá a possibilidade de sermos claros, de sermos praticamente materiais.

T: Ele está aqui na roda conosco?

J/E:  A maneira que nós temos encontrado nessa dificuldade de conseguirmos estabelecer o outro contato. O tempo não é longo, vocês sabem disso, mas enquanto vocês não estão conseguindo alcançar o nível que desejaríamos nós estamos adaptando esta nova forma. Fiquem em paz, mantenham confiança, harmonia, principalmente, acreditem e resgatem o conhecimento que cada um de vocês possuem.

C: Salve Irmão.

J/E:  Salve.

Na casa, depois de uma grande festa de chegada dos Pretos Velhos. Nessa conversa eles pedem ao grupo um atendimento para eles.

 

Rô/E: tempo, tempo, tempo, lá de longe né?

R/E: muito tempo La atrás.

T: ai tem que fazer o esquecimento nela

D/E: La assim tem que fazer o esquecimento

T: mas isso lá no João Pedro? Lá nós temos que fazer o atendimento dela?

R/E: se atendida assim Maria Conga falou, pra tirar…

T: Viu Capitani, nós temos que fazer o atendimento dela, pra olhar o passado e fazer o esquecimento.

R/E: eu não sei se Tubias morreu acorrentado. Ele ainda não sabe as coisa dele

T: Tu ouviu o que ela disse? Que o Tubias morreu acorrentado e essas são as sensações que estão com ele até agora.

R/E: e ai essa assim(médium) sente.

C: ela tem dor assim? E ai o que nós vamos fazer?

D/E: bota assim coisa assim e ai assim paaa, e ai tem que fazer o esquecimento.

Gravador foi desligado

D/E: o Tomé assim levou coisa na muringa, por isso essa do Tomé assim tem dor assim na muringa.

T: e da pra gente fazer isso, abrir o passado deles incorporado? É vai ser um trabalho diferente, mas vamos fazer. Mas quem é que vai estar lá, bom o Jair ta lá pra receber.

Capi: porque o Jair pra receber?

T: sim porque eles vão estar incorporados…

Rô/E: um de cada, um de cada

T: um de cada vai ter que ser, ai um deles vai ter que sobrar pra ajudar a nós ir la no passado deles

Capi: porque eu acho que tem que incorporar pra fazer isso

R/E: isso

T: deixa eu te perguntar uma coisa Tubias. O atendimento vai ser um em cada dia, a gente atende um e na outra semana o outro?

R/E: assim precisa de força.voces vão chegar assim pra tirar as coisa de Tubias e depois pra tirar as coisa de Tomé.

T: O Tomé te que ajeitar a cabeça porque ele levou uma paulada na cabeça e o Tomé tem a sensação das correntes nas costas e nas pernas.

Rô/E: e o barrigudinho vai ajudar. A entidade. O barrigudinho sabe fazer o preparado(ervas) não é a toa. A entidade ajudá e fazer preparado. Barrigunho recebe entidade, entidade que ajudá a fazer preparado

T: ah mas eu tenho… Do lado meu aqui…

R/E: isso, vai ajudá. Porque assim, tem que vim outro Preto pra tirar eu…

T: mas quando eu tava recolhendo as ervas lá eu já sabia que eu tava com um Preto do meu lado aqui

Rô/E: viu Nego Branco?

Capi: ah?

Rô/E: barrigudinho tem um que ajuda ele a fazer preparado.

R/E: ele que vai lá assim pra ajudar a tirar as coisa que ta neu e pra tirar as coisa do Tomé também. Compreende?

T: sim, no dia que tiver lá o serviço… mas eu tenho que levar as ervas lá também

R/E: não precisa. La não pode… oce não entendeu (Capitani). Vem o Preto dele, o Preto dele tem que tirar as coisa de nós, porque o Preto dele fazia as coisa assim pra por nas feridas do Tubias

D/E: e nas do Nego Branco também. Não é assim quando levava xibatada?

 

Nessa conversa eles respondem as perguntas do grupo relacionadas ao nosso trabalho.

 

C: Nossa pergunta é sobre o resgate. Nas transformações que vai acontecer no nosso planeta todo mundo vai desencarnar?

D/E: vai tudo juntá o pé?

R/E: não. Tubias já falou isso.

C: Ah, isso já define toda uma questão. Sabe que sobre isso tem muita teoria e nós somos influenciados. Nós não queremos nos basear nos outro, queremos nos basear em vocês, esse é o nosso principio. Mas na minha cabeça surgio várias teorias. Uma era essa. Se todo mundo fosse desencarnar quem seriam os pais desses que iriam Reencarnar na nova Terra? Mas isso então não vai acontecer, então…

T: mas ele disse que todo mundo vai desencarnar.

C: Ah, Todo mundo vai desencarnar?

R/E: Assim, nesse mundo tem vários mundos

T: ele disse que nesse plano onde nós vivemos né?

R/E: No mundo tem vários mundos. Não vai chegar assim óh e vai chegar e todo mundo vai morrer. Não é assim que vai acontecer.

C: isso, então não é que todo mundo vai desencarnar…

D/E: todo mundo vai terminar tudo…

R/E: Oce compreende? Muitas coisas vão acontecer. Nóis vem, agora é a última que Tubias vai dizer. Muita energia se vai. Resgatando já está acontecendo. Muitas coisas. Vocês olhem o mundo de vocês. Essas coisas que está acontecendo já está havendo resgate. Até se não faz, se faz alguns vão. Existe liderança, tudo tem que ter liderança. Sobrevivencia aqui são os futuros lideres. São os futuros lideres que vão sobrar aqui. O centro da Terra sobe, do centro da água sobe também, os intra-terrenos vai subir

C: sim, eles até já nos disseram que viriam…

R/E: então. Desencarnou, essa energia dela vai para um mundo, dele vai para outro mundo, mas aqui não vai ser zerado, vai ficar, porque tem que criar uma sociedade, uma comunidade. Aqueles assim que sobreviver é porque são forte, são os futuros líderes da sociedade.

D/E: Que vão tirar as novas sementes…

C: e vão fazer a nova sociedade?

R/E: sim. Isso. Com mais energia, muuuito mais superior. Porque todos ao lado ta (estarão?) ajudando para que isso aconteça.

C: então é um processo gradativo?

R/E: siiim. Assim, não vai assim tudo. Uns vão fiar, os escolhidos vão ficar. Mas vai ficar porque aquele escolhido vai estar vibrando com a nova energia do Planeta.

T: da Nova Terra.

C: deu pra entender(Tupy)? Deu né?

T: Deu, eu acho que sim. Mas posso fazer mais uma pergunta?

R/E: pode.

T: Essas lideranças ou escolhidos que ficaria já se encontram entre nós ou tem que ainda chegar? Elas tem que vim com uma outra qualidade que não a nossa aqui. Como o Planeta vai ter uma nova energia essas pessoas tem que ter a energia do novo.

R/E: Vocês não observam como as crianças são diferentes? Vocês observam? Elas vão vindo, elas estão diferente. Os outros povo que vem, eles vão cuidar as crianças e fazer ela evoluir. Se tem essa criança e mãe dessa criança não é boa, sai, a outra mãe vem e cuida porque ele é o escolhido. Então, seres superiores vão vim pra ajudar essa criança. Oce entendeu?

D/E: Essa criança é uma semente que não tem prato nenhum. Que vem assim pra cuidar da semente, pra regar a semente pra semente ficar bonita e formosa.

R/E: Por isso assim no mundo de vocês é a preocupação com as crianças. Vocês tem que ter preocupação, pois elas vem, não todas, nas criaças tá nascendo muita coisa ruim também. Mas vai ficar, aquele sim vai mudar toda a energia do Planeta. Se você não tá nessa energia você não pode ficar aqui. Você vai, porque os outros mundos tem que ser habitado também. Precisa ser habitado. Está jogando cada energia para cada mundo.

D/E: e Nego Branco, assim como tem semente boa tem semente ruim. Tem criança assim que tá assim, mas são semente ruim, que são posta pra fazer pra não haver essa evolução, atrapaia a evolução, por isso são posta também assim no meio dessas boa, também vem esse milho ruim. Por isso assim, todos os neguinho tem que acredita muito. Tem que ter muuuita muuuita muuita fé.

C: mais isso é um processo de um longo tempo né?

R/E: o que é o tempo?

C: eu sei, é que pra nossa cabeça aqui na terceira dimensão…

R/E: oce quer que eu diga, eu sei, nóis sabe quando vai ser, mas não pode falar, ai oces sai fazendo coisa desatinada.

C: eu sei, nós já discutimos, se a humanidade soubesse hoje o que iria acontecer ela se mataria de fome, de sede, eu entendo, seria um desastre.

D/E: a semente ruim ela é posta pra fazer isso mesmo. Pra não deixar haver essa evolução assim.

R/E: oce compreendeu agora Nego Branco?

C: eu vou ter que estudar muito… amanha de manha vamos começar a discutir isso. Pra nós é importante discutir isso. Nós vamos aprender isso.

R/E: assim óh Nego Branco. Se oce acha assim que compreendeu essa parte, fecha o teu livro. Oce vai ter que fazer outro, porque Tubias achou que ia fazer mais um prolongado, mas vai fazer outro diferente, coisa assim que o grupo precisa aprender, oce entendeu?

D/E: esse é o final.

C: com essas informações fizemos o final?

R/E: oce vai começar o outro. O outro assim oce vai fazer um preparado com todo mundo. Depois eu falo, não vou falar agora. Mas oce via começar outro.

C: vamos fazer o encerramento desse. Vou ter que estudar bem o final e colocar essas últimas informações.

R/E: não pensa muito você já vai começar a fazer o outro.

C: inclusive estou percebendo que com essa informação eu vou ter que mudar o que eu escrevi lá.

R/E: mas isso é você que escreveu.

C: eu escrevi lá que ia ter resgate de naves. Que a nave viria aqui, pegava os resgataveis e levaria para o espaço…

R/E: Tubias vai fazer ainda pra levar esse véio, ele vai ficar doido se não for…

T: ele não pode morrer se não der uma volta numa nave.

R/E: acho que fica doido

D/E: a muringa dele vai fazer pliiim

C: vai sair fumaça

T: tu acha que já está satisfeito com a resposta?

C: sim, com essa mudança que eu tinha feito lá que as naves iam levar os seres humanos, teminava aqui, voltava pra cá…

R/E: Tubias não falou isso não.

C: não falou, mas eu tinha chegado a essa conclusão…

R/E: é só assim na tua caxola. Tubia não falou isso não.

C: não, isso é coisa da minha caxola, vou tirar isso e encerro o livro e aguardamos o próximo

R/E: a continuação do outro é um pouco diferente

C: esse aqui é quase a continuação do que eu esrevi anteriormente.

R/E: tudo é continuação

C: tem coisas nesse que tinha no outro também, só que nesse aqui estou mais acomapnhado, no outro não, me sentia sozinho

R/E: vai se preparando, vai vim outras coisas, pra todos os outros

C: mais informações…

R/E: isso.

C: Tudo bem, vamos encerrar isso ai, vou pensar como vou escrever isso, também se eu tiver alguma dificuldade de fazer um bom encerramento não vou ter nenhuma cerimonia de pedir ajuda pro Tubias e pro Tomé, vamos tentar fazer uma coisa bem feita né?

D/E: mas Nego Branco vai saber fazer.

R/E: Tubias que agradecer a festa que nós tava comemorando com todos os outros

C: Vocês nos fiseram uma surpresa…

R/E: mas Tubias gosta e surpresa

D/E: mas Nego branco, de vez em quando assim tu tem que fazer uma festa prá nós, né Tubias?

R/E: oce tem que fazer festinha pra nós, nós gosta.

C: eu fiquei surpreso, mas aprendemos mais uma coisa né?

D/E: nóis gosta dum lugar formoso, não todo mundo assim…

C: de cabeça baixa.

D/E: é. Um lugar formoso com muringa assim bem alegre né? E meior de prosia.

C: foi uma surpresa muito agradável. e também veio mais uma hoje.

R/E: assim ó Conga quer cocada, Sefaim(?) quer amendoim. Nóis vamo embora, nóis fez muita alauza aqui

T: agradeço pelo esclarecimento.

D/E: nóis assim não gosta de agradecimento.

R/E: nóis escuta só aqui (coração)

C: é mas é uma tradição nossa. Não sabemos dizer uma palavra a não ser pela boca.

D/E: não carece ser por aqui, fala com o batedero que é muito mais.

C: é, mas hoje nós já começamos a treinar isso. Nossos amiguinhos lá de baixo nos deram uma puxada. Nós estamos prendendo agradecimento com o coração. Isso nós não sabiamos fazer.

R/E: eles vão vim mais vezes. Porque vocês estão precisando levar uns puxão de orelha

 

Os Pretos se despediram cantando:

 

Santo Antonio que é de ouro fino

Arreia a bandeira e vamos ensinar

Santo Antonio que é de ouro fino

Arreia a bandeira e vamos ensinar

 

Com a chave de São Pedro encerramos os trabalhos

Salve o povo de Aruanda. São Jorge é o nosso protetor

Encerrando os trabalhos nós pedimos a proteção

A Deus Pai todo poderoso e a virgem da Conceição

Encerrando os trabalhos nós pedimos a proteção

A Deus Pai todo poderoso e a virgem da Conceição

 

D/E: Salve!

criado por outrasrealidades    10:23 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:

2/10/09

Comunicado

Caros amigos,
O Blog OutrasRealidades, ficou sem atualização  por alguns meses, mas o grupo manteve-se ativo. Nós continuamos trabalhando, mantemos os encontros periódicos no sítio  e algumas outras reuniões mensais,  o que nos fortaleceu como grupo , além de manter-nos mais próximos e afinados com as entidades que nos transmitem os ensinamentos/lições que julgam necessárias.  Apesar de visíveis avanços, ainda temos muitas dificuldades com a comunicação quando vindas dos “espaciais”. Todos os encontros passaram a ser gravados, sistematicamente e transcritos para que o conhecimento obtido possa ser assimilado por outros e assim multiplicado para todos os que comungam com a nossa causa.
Em breve iniciaremos a divulgação gradativa do material. Aguardem e acompanhem este blog.
Um  grande abraço.
criado por outrasrealidades    18:22 — Arquivado em: Sem categoria

27/5/09

Alternativas

Quando pensamos no princípio de produzir mais em menos tempo estamos pensando no modelo capitalista vigente. Este princípio é a alma do sistema, e o mais violento e agressivo. Empurra e acelera a humanidade em direção ao precipício. Em sua base se estabelece uma competição e vence quem consegue produzir mais em menos tempo. O que significa: acumular mais em menos tempo, o que leva a depredar e exaurir cada vez mais os recursos naturais. É um grande acumulador de riqueza, concentra cada vez mais riquezas materiais nas mãos de poucos em menos tempo. Mas para isto é necessário que existam na ponta final do processo consumidores que consumam cada vez mais em menos tempo. E como já vimos anteriormente quanto mais escassos ficam os recursos, mais violenta é a disputa e o processo se acelera.
Não há mais fronteiras para serem conquistadas. A última foi em 1500, com os europeus na América, onde encontraram um continente intacto praticamente em recursos naturais. Foram 500 anos de exploração intensiva e agora está chegando ao esgotamento. Está esgotando-se para continuar com o modelo de exploração capitalista. Mas não se evoluirmos para um modelo de cooperação.
Em um primeiro momento o mais importante é estagnar o processo destrutivo em andamento e começar uma reorganização da economia e do meio social, visando o ser humano e não a acumulação e o lucro.

criado por outrasrealidades    20:06 — Arquivado em: Sem categoria

20/5/09

O modelo esgotou-se

O modelo esgotou-se

A crise econômica continua com seus altos e baixos conforme já foi mencionado e previsto.
As propostas de superação da crise que foram apresentadas até hoje são as que pregam que continuemos consumindo cada vez mais o que significa dizer que não há outra alternativa dentro do modelo atual.
O modelo esgotou-se, chegou ao fim do seu caminho. Para continuarmos teremos que construir outro. Se persistirmos nele, acabaremos no abismo.
Sabemos que conforme forem escasseando os recursos, maior será a competição, mais acirrada se tornará a disputa para obte-los, como já vem acontecendo na última década. Quanto maior a competição maior será a violência, os conflitos, as guerras, as rebeliões, as injustiças e assim por diante. Mais dez ou quinze anos nesta corrida acelerada dentro deste modelo leva à beira da extinção os já esgotados recursos naturais do nosso planeta. A este ponto, planeta e humanidade, chegam a um estresse máximo suportável. Ao atingir este limite, e inevitavelmente atingirá se nada fizermos, algum evento deverá acontecer: ou o planeta extingue a humanidade, ou os dois se extinguem. Mas neste caso o mais provável é que o planeta se regenere e recomece um novo ciclo. Quanto a humanidade ninguém sabe, só podemos imaginar.
Não se trata de destruir um modelo e construir a outro e sim de evoluir de um para outro, da competição para a cooperação. Também não estamos considerando como modelo as atuais cooperativas, que até poderão contribuir com algumas experiências, mas sim estamos falando de um princípio base que possa assentar toda a estrutura econômica e social. Uma maneira geral de pensar e agir em todos os sentidos, baseado na cooperação. Todas as relações e atividades humanas passam a ser movimentadas e alimentadas por estas energias, o que levará ao afloramento da solidariedade, da paz e da confiança. Passaríamos também a desenvolver uma relação de cooperação com toda a natureza que nos rodeia, cessando as agressões predatórias e estabelecendo uma convivência harmônica. Isto é possível porque se mudarmos nossas relações com o planeta ele tem todas as condições de nos fornecer os recursos básicos para continuarmos com nossa evolução.
Toda e qualquer forma de violência no meio social tenderá a desaparecer porque não haverá necessidade de existir, pois a causa terá sido eliminada.

criado por outrasrealidades    21:09 — Arquivado em: Sem categoria

11/5/09

É preciso Mudar….

 

Mudar, é preciso!

 Hoje praticamente toda a humanidade tem como modelo os países chamados do primeiro mundo.
Eles são um exemplo para os demais, das conquistas materiais e dos objetivos a serem alcançados também para os demais. Todos querem chegar lá. Os principais candidatos são os atualmente chamados de países emergentes, sendo os principais: Brasil, Índia, Russia e China. Eles lutam e esforçam-se, não medem as conseqüências, querem conquistar materialmente um lugar ao lado dos países do primeiro mundo. Dentro da lógica materialista atual estes países têm direito. Se os países do primeiro mundo capitalista conseguiram, nós também vamos conseguir, é até mesmo uma questão de justiça. Mas o que ninguém pergunta ou questiona é se isto é possível dentro da realidade atual. O planeta já atingiu todos os seus limites, em todos os sentidos e está demonstrando a impossibilidade de continuar sustentando a ambição material destes países e da humanidade. Podemos imaginar o que aconteceria com a entrada de mais dois bilhões de seres humanos para este nível de consumo. Seria necessário dois ou mais planetas novinhos para satisfazer este desejo. É como vem dizendo nossos irmãos de outros planetas: A humanidade fechou-se em si mesma, rejeita qualquer nova idéia que possa levar a transformações da realidade atual. Eles consideram isto impressionante. Parece que a humanidade não quer mudar, tem medo do novo. Resolveu seguir cegamente um caminho que a leva rapidamente em direção a um abismo, como um destino inexorável.
Nos últimos tempos a humanidade veio construindo todo um sistema de valores éticos baseados exclusivamente nos valores materiais, os valores éticos baseados no espiritual praticamente desapareceram por completo.
A maioria dos investimentos são direcionados ao desenvolvimento da inteligência com o único objetivo de aprimorar os objetos de nossos desejos materiais. Fantásticos templos são erguidos em homenagem ao consumo. Assim os seres inteligentes foram crescendo numericamente em todo o planeta, o que é bom, mas na mesma proporção os seres sábios foram diminuindo. Hoje a inteligência predomina e a sabedoria tende a desaparecer como um valor espiritual.
A humanidade terá que evoluir dos valores materiais para os valores espirituais e assim construir uma nova ética, onde predominem os valores espirituais.Também tem que evoluir da inteligência para a sabedoria e assim, criar um meio social onde predomine a sabedoria.
Mas para isto é necessário desejar, decidir e investir:
- Evoluir de uma sociedade baseada na competição para uma sociedade baseada na cooperação;
-Evoluir de materialmente produzir mais em menos tempo para produzir menos em mais tempo;
- Evoluir de uma ética baseada em valores materiais para uma ética baseada em valores espirituais;
- Evoluir de um meio social onde predomina a inteligência para um meio social onde predomina a sabedoria.

criado por outrasrealidades    21:19 — Arquivado em: Sem categoria

26/3/09

Muitas perguntas…

Começamos o ano com muitas perguntas e poucas respostas, com mais problemas e menos soluções. A crise econômica global prevista pelos nossos irmãos ETs há mais de dois anos e descrita no livro “Depois do Amanhecer” , editora AGE, chegou a todos os lares do planeta.
Recentemente perguntamos aos nossos irmãos se a crise seria resolvida em breve. Disseram-nos que não. Haveria ondulações, altos e baixos, mas tenderia a aprofundar-se cada vez mais e outros eventos envolvendo o planeta como um todo iriam somar-se. Isto significa que não é mais uma crise cíclica do capitalismo, e sim uma crise terminal.
Se olharmos um pouco mais amplamente ao nosso redor podemos observar que não é só a crise econômica, mas tudo está chegando aos seus limites, ao vermelho: o clima, a poluição, a violência, os recursos naturais e assim por diante.
Para onde tudo se dirige, onde tudo vai terminar?
Quais seriam as alternativas, as soluções?
O que vemos hoje é a humanidade voltada inteiramente para tratar dos efeitos da crise sem tocar nas causas. Ninguém fala nelas. Parece que estão protegidas por um pacto de silêncio, como algo sagrado que não pode ser tocado, ou não pode ser exposto. Enquanto não enfrentarmos as causas elas continuarão a produzir efeitos cada vez mais desastrosos, que ameaçam a própria existência da humanidade em nosso planeta.
A competição é a principal causa ou uma das principais. Toda a humanidade está estruturada, organizada com base na competição. Pensamos e agimos do amanhecer ao anoitecer, do nascer ao morrer estamos impulsionados pelas energias da competição. Já fazemos isto automaticamente, sem pensar. A competição é a fonte geradora de toda a violência no seio da humanidade. Nosso estágio evolutivo ainda está baseado na competição e, é isto que temos que superar. Teremos que evoluir da sociedade baseada na competição para uma sociedade baseada na cooperação.
Se concebermos uma sociedade baseada na cooperação, podemos imaginar que tudo seria diferente, para melhor. A cooperação não só teriam conseqüência nas questões econômicas, mas principalmente nas relações humanas, introduzindo novos valores éticos.
Outro principio do atual sistema é produzir mais em menos tempo, o que significa dizer, destruir o planeta no menor tempo. Hoje ele é a base de toda a economia mundial. Ganhar mais dinheiro, em menos tempo. Este princípio produz efeitos devastadores, pois incorpora o fator aceleração. Pode se comparar com uma bactéria que se multiplica numa progressão geométrica.
Este princípio gera contradições praticamente insolúveis.
Obama ao assumir a presidência dos Estados Unidos declarou que iria mudar para melhor a política com relação ao meio ambiente. Mas logo declarou também que o povo americano deveria consumir mais como um meio de reativar a economia.
No Brasil o presidente Lula semanas depois de defender a Amazônia pedir para o povo brasileiro comprar mais, isto é, consumir mais do que vinha consumindo, como um meio de superar a crise econômica.
Consumir cada vez mais significa produzir cada vez mais, o que leva a gastar mais energia, jogar mais carbono na atmosfera, poluir mais todo o nosso meio ambiente e o mais grave: agredindo e devastando mais a natureza em busca das matérias primas para alimentar a cadeia produtiva voltada para os nossos desejos consumistas. Uma coisa leva à outra e o processo se auto acelera. O planeta Terra está se esgotando, chegou ao seu limite e já não tem mais condições de sustentar o atual ritmo consumista da humanidade, o que nos leva a beira do precipício.
Estes princípios deverão ser invertidos. Produzir menos em mais tempo. Dentro da realidade atual isto pode ser considerado um absurdo, mas não é. É o começo de uma solução.
O absurdo é querer salvar o planeta Terra persistindo no caminho do velho paradigma da competição e do “produzir mais em menos tempo”. O planeta Terra vai reagir, porque diante dessa realidade alguma coisa terá que acontecer. Como nos disseram os nossos irmãos ETs: o tempo já acabou. Também nos disseram que o ser humano não destruirá o planeta, ele destruirá antes o ser humano. Isto é o ser humano se autodestruirá, caso persistam os atuais modelos de consumo e produção.

criado por outrasrealidades    22:04 — Arquivado em: Sem categoria

22/2/09

Relato de uma experiência surpreendente

O frio parece ter dado uma trégua, as temperaturas são baixas, mas agradáveis para a estação. É julho de 2008, período de férias escolares, os fatos que descrevo a seguir ocorreram no já mencionado sitio onde ocorrem os encontros do grupo. O relato e pessoal, pois foi marcante não só para todo o grupo, mas especialmente para mim.
Estávamos sentados confortavelmente, em forma circular, próximos ao fogão a lenha, iniciou-se os trabalhos, lamentamos a ausência de alguns membros impedidos de participar por compromissos profissionais ou familiares. As discussões logo se tomaram acaloradas, não só pelo fogo que ardia no fogão ao lado, mas pela empolgação dos médiuns, estendendo-se por mais de uma hora. Quando as manifestações pessoas já pareciam esgotadas, uma das integrantes do grupo, uma ótima “médium de passagem”, começou a observar alguns desenhos no assoalho no centro do circulo.
- Vocês não estão vendo esses desenhos, parecem planetas. – disse ela repentinamente para a surpresa de todos.
Dito isso incorporou uma entidade, um velho conhecido do grupo, que começou a falar no seu idioma, uma língua desconhecida para nós. O líder do nosso grupo de trabalho, pediu para que o mesmo falasse o nosso idioma, já que a interprete que anteriormente traduzia os diálogos, não estava presente e nenhum dos presentes o compreendia. È natural as entidades, quando solicitadas, se comunicarem no nosso idioma, esse é um procedimento comum nos trabalhos da casa onde desenvolvemos outras atividades, mas não se mostrava eficiente neste caso. Após várias tentativas frustradas a comunicação passou a ser efetuada por gestos e poucas palavras já conhecidas. Ao mesmo tempo, como que para suprir as deficiências de comunicação os desenhos que apareciam no centro do circulo tomaram forma mais tridimensional, ficando perfeitamente visíveis.
Eu, que já participava de trabalhos mediúnicos a quase dez anos, poucas vezes havia visto de forma tão clara, como via aquelas imagens projetadas na minha frente. A entidade insistia e falar, e repetia insistentemente um nome, referindo-se a um pequeno planeta. Meu colega, alcançou-me uma caneta e anotei numa folha em branco. A entidade disse que estava errado e então passou a ditar letra por letra do nome. Não eram letras do nosso alfabeto, mas incrivelmente consegui desenhá-las, com a confirmação da entidade. Aquele era o planeta de origem de alguns dos integrantes do grupo. Um planeta cuja paisagem, já conhecíamos de outro encontro. Na ocasião imaginamos ser um local no astral onde poderíamos buscar energias para nos reabastecermos, pois todos visualizavam os quatro elementos em transformação desde a forma primitiva. Uma paisagem que ia se transformando como se fosse um filme sendo projetado em uma grande tela, com imagens que minha imaginação jamais poderia imaginar e que certamente este meus olhos jamais haviam presenciado, portanto impossíveis de descrever. Às vezes os cenários lembravam o relevo do deserto americano, das matas australianas, das plantações de flores da Holanda e inúmeros lagos, montanhas, florestas, névoas, vulcões e jardins, tudo cheio de viço, pureza e energia.
Este era o nosso ponto de origem, assim afirmava a entidade. Perguntada o que havia, ou éramos antes deste ponto, a entidade simplesmente disse que isso não interessava para o trabalho que estavam nos propondo e, que nos obviamente havíamos concordado em realizar e deveríamos juntos concluir. Mais tarde viríamos observar que a chegada até esse planeta (Nº 1) havia sido feita através da passagem por um grande buraco que tudo sugava, mas olhando para o desenho tridimensional parecia um pequeno cano levemente retorcido como um til (aquele sinal gráfico usado nas vogais a e o para indicar nasalização na língua portuguesa).
Desse primeiro ponto (Nº 1 na figura) partimos para outro ponto, (Nº 2) onde se localizava um planeta com dois sóis. Com vegetação inexistente e muita areia. Ali se vivia sob a areia com poucas construções externas. A constituição física não era como a do homem atual, era parecida com uma “lagarta” e vivíamos a maior parte do tempo nos subterrâneos, pois na superfície habitavam ferozes predadores. Eram seres que lembrava um pouco a água-viva, facilmente encontrada nas praias, com uma estrutura física mais rígida, mas igualmente cheias de pequenos tentáculos, por onde captavam energia. Este foi um local, de difícil adaptação e o tempo de fixação foi breve.
Deste segundo ponto nos deslocamos para um local,(Nº 3) cuja atmosfera, vegetação, relevo e condições ambientais de vida, pareciam as do planeta terra. Ali a constituição física podia ser observada claramente e era muito semelhante a atual. Neste local houve um enorme desenvolvimento tecnológico, as imagens lembravam cenas de filmes futuristas. Complexas equações matemáticas eram resolvidas e pareciam serem projetadas no ar, número e gráficos flutuavam em forma tridimensional. Grandes e modernos centro de pesquisa podiam ser visualizados. O avanço tecnológico foi unânime, mas o desenvolvimento moral não.
Deste planeta nos expandimos para dois pontos. Um é um planeta cheio de luz, brilhante, mas não ofuscante, um planeta claro, onde tudo parece ser de cristal (Nº 4). A visualização deste planeta era clara, mas os detalhes não podiam, ou melhor, não conseguíamos observar. O outro ponto mostrava o planeta terra, onde nós estaríamos, aliás, estamos para contribuir com a evolução tantos dos humanos quanto destes outros seres. Estes seres, (residentes do planeta brilhante (Nº 4)), por algum critério de seleção, embora originários do mesmo planeta (Nº 3) que nos viemos seguiram outro caminho evolutivo. Obviamente que viemos para a terra (Nº 5) com plena concordância, mas segundo as entidades, estou usando o plural, pois outras já haviam se aproximado vindo contribuir para que melhor compreendêssemos os desenhos.
Anotei todas a letras (ver descrição - espécie de hieróglifos - junto aos planetas Nº 1, 2 e 3) que me eram ditadas e que eu de alguma maneira as via, percebia na minha mente, porém no hora não lembrei de anotar o nome, isto é forma como era pronunciado o nome de cada planeta, hoje lamento muito, no entanto na época ainda não gravávamos nem filmávamos os encontros e infelizmente não recordo as pronúncias. No entanto, apesar dos parcos conhecimentos de geometria, tentei estabelecer as coordenadas do posicionamento do planetas que vimos projetados no centro do círculo (Veja figura no topo deste texto) que descrevo a seguir:
Ponto Nº1 = X:3; Y:-2; Z:-2
Ponto Nº2 = X:14; Y:18; Z:20
Ponto Nº3 = X:8; Y:6; Z:-7
Ponto Nº2 = X:9; Y:3; Z:9
Ponto Nº2 = X:11; Y:0; Z:0
Os fatos ocorridos neste dia deixaram todos muito surpresos, ao mesmo tempo em que iluminaram vários pontos obscuros, que há meses procurávamos elucidar nas nossas mentes, ou seja, desde que a primeira manifestação correu.
Este relato sintético é fruto das minhas referidas anotações e lembranças, subsidiadas pelos depoimentos dos médios presentes, prestados durante o debate realizado após o encerramento dos trabalhos.

criado por outrasrealidades    19:03 — Arquivado em: Sem categoria

24/1/09

Os quatro elementos da natureza

Os quatro elementos da natureza

Em nossa última reunião do ano, no sitio, em dezembro de 2008, manifestou-se uma entidade que estava acompanhada por um pequeno grupo. Ao tentar identificá-los, nos disseram que isto, no momento, não era importante e que eles estavam ali para nos repassar alguns conhecimentos. Pediram autorização e passaram a agir com certa rapidez. Imediatamente, selecionaram três médiuns e os colocaram na formação de triangulo, interligados através das mãos levantadas até a altura do peito. Pediram ao restante do grupo que fechassem um círculo ao redor dos três. Disseram-nos que esta formação funcionaria como uma espécie de antena de transmissão e recepção e, que deveríamos praticar. No entanto, não disseram com quem iríamos nos comunicar e nem quando. Também não perguntamos, porque neste caso, já sabemos que a resposta seria: “quando chegar a hora,irão saber.”
Pediram-nos para que passássemos a observar mais atentamente as energias dos quatro elementos da natureza, pois serão estas energias que irão impulsionar as transformações que estão por vir. Esclareceram que os elementos; água, terra e ar cada um com seu poder e capacidade destrutiva, mas nos lembraram que estes também possuem propriedades construtivas, ou poder regenerativo. Portanto são os mais amenos. No entanto, o fogo, o último elemento que irá se manifestar é altamente destrutivo.
Antes de partir confirmaram a ordem de manifestação dos elementos da natureza que é água, terra ar e fogo. Saudaram-nos e se afastaram sem dizer se voltariam.
Para encerrar o ano o grupo reuniu-se mais uma vez, (longe do sítio) e neste encontro tivemos um longo diálogo com as entidades do astral que sempre nos acompanham. Disseram-nos que o grupo era como uma semente que tinha sido plantada e que agora tinha que ser cultivada com muito carinho. Nos informaram que há muitos grupos semelhantes trabalhando ao redor do planeta e que o nosso está num estagio mais atrasado em relação aos demais. Continuaram nos informando que lá onde estavam, no Astral, no mundo espiritual ou ainda na quarta dimensão, as transformações já haviam começado e que estavam mais intensas que aqui na dimensão física ou terceira dimensão. Que, seguindo uma lei universal, todos os portais das trevas tinham sido abertos, o que havia gerado uma intensa atividade que poderíamos chamar de uma grande luta entre o bem e o mal. Nesta luta, nós poderíamos ajudar, fornecendo energias positivas. Tudo que ocorre lá posteriormente acontece aqui. Não há uma separação rígida, todos estão no mesmo barco.
Despedimo-nos, encerrando os trabalhos até o próximo ano. Estávamos, nós e os amigos do Astral, emocionados. Esta foi a última lição do ano de 2008.

criado por outrasrealidades    21:50 — Arquivado em: Sem categoria
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